terça-feira, 30 de julho de 2024

Tinha Que Ser Você — História

 

Contém Spoiler

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Capítulo 2

—§

Jane encarou a mulher deitada sobre a mesa fria enquanto Maura a examinava.

— Eu só não entendo.

— O que?

— Foi um erro?

— Maura...

— Não Jane, você me diz que as coisas mudaram em relação a mim, me beija e depois diz que foi um erro e que é para que eu esqueça — Disse encarando a morena.

— Apenas esqueça e é melhor só nos falarmos quando for assuntos importantes, aproveite e aceite o convite do seu querido Dennis.

— É exatamente o que farei.

— Ótimo — Disse irritada e saiu, deixando Maura para trás — Cara idiota, ele nem é tão bonito assim, como ela pode estar interessada nela? Ele é tão comum e sem graça, nem sangue italiano tem.

— Falando sozinha, Jane — Korsak a assustou.

— Você quer me matar do coração? — Perguntou com a mão sobre o peito.

— Desculpe, você anda bem distraída, ta tudo bem?

— Sim, tudo ótimo — Disse seguindo para sua mesa.

Korsak a analisou e deu de ombros quando Frost o encarou em busca de respostas.

— Alguma pista?

— Nada — Korsak respondeu.

— Ainda estamos no escuro — Frost completou.

[...]

Às horas se passaram, Jane olhou para Lydia que estava entrando em trabalho de parto no meio do hall da delegacia.

— Aonde está indo? — Perguntou a Tommy.

— Longe daquilo.

— Vamos — Korsak e Frost se aproximaram — Encontraram algo sobre Mark Dugan?

— Devemos fazer algo? — Korsak perguntou.

— Bebês nascem todos os dias, temos um assassino seral solto — Jane olhou para Frost que encarava fazendo careta — Vire-se, não preciso de você desmaiando — Frost virou com a mão na boca — O que achou sobre Dugan? — Frost a olhou.

— Quer falar... Quer falar disso agora?

— O quê? — Jane olhou pra trás e voltou a olhar para os dois — Ela está entre contrações, diga rápido.

— Bem, ele pulou de lar adotivo a lar adotivo.

— Muito abuso — Korsak continuou — Fugiu com oito anos e encontrou sua mãe viciada.

— Ela abusou dele um pouco mais antes de arrastá-lo para outro lar adotivo — Frost voltou a dizer.

Lydia gritou fazendo Jane se assustar e fazer um careta, Riley se aproximou.

— Está tudo bem?

— Sim, bom.

— Certo, um dos técnicos estava procurando por você, os resultados toxicológicos da terceira vítima chegaram.

— Está com eles?

— Ninguém me conhece lá embaixo — Jane respirou fundo e olhou para Korsak.

— Vejo você lá em cima.

— Certo.

— Vamos, vou apresentá-la a todos — Jane disse para Riley enquanto seguia para o elevador.

— Não quer saber se é menino ou menina? — Tommy disse alto, Jane o olhou.

— Por que não me avisa quando souber quem é o pai? — Disse e entrou no elevador.

Jane saiu do elevador junto a Riley e seguiu em direção ao necrotério analisando tudo a sua volta.

— Então, procuro está sempre aqui quando a doutora Isles faz uma autópsia, Maura? — Disse entrando na sala.

— Olá, detetive — Susie disse entrando na sala em seguida — Tenho o resulto do exame toxicológico completamentar — Jane pegou.

— Ótimo, obrigada, está é a detetive Cooper, acabou de entrar na homicídios, aonde está a doutora Isles?

— Acho que saiu pra jantar com o senhor Rockmond.

— Dennis? — Disse incrédula e bufou, olhou para a pasta em suas mãos — Achou inderal no sistema da terceira vítima? — Susie afirmou — Não — Disse desanimada.

— O que é?

— Inderal foi usado como sedativo para que o assassino pudesse matar a terceira vítima — Jane olhou para a sala e colocou a pasta na mesa — Dennis Rockmond quase morreu de uma overdose de inderal — Disse aproximando-se da mesa.

— Ainda não entendo — Jane pegou a mão esculpida.

— E ele esculpiu essa mão para Maura — Jane analisou a mão esculpida e a jogou no chão revelando uma mão humana — Riley, mande todas as unidades para a casa de Dennis Rockmond! — Disse saindo correndo da sala, pegou o celular — Frost, buque Korsak! Me encontre lá fora, agora! — Disse apertando o botão do elevador freneticamente, desistindo e indo para as escadas.

[...]

Maira virou uma das páginas do caderno de desenho de Dennis.

— A arte clássica idealizou a forma humana — Disse e levantou a cabeça o olhando — Mas artistas às vezes não entendem aspectos chaves, como a disposição dos músculos intercostais, você entende.

— Fico muito orgulhoso de tudo o que faço — Disse sentando ao lado dela, colocando as taças na mesa de centro.

— Provavelmente por isso é um orador maravilhoso — Ele sorriu e Maura o acompanhou.

— Venha aqui, deixe-me mostrar meu trabalho — Disse levantando, Maura o seguiu e ele a pegou pela mão, Frost entrou com a arma apontada para Dennis.

— Dugan, tire as mãos dela! — Gritou, os dois a olharam, Korsak entrou com a arma sendo seguido por Jane.

— Maura, você está bem?

— O que está fazendo? — Dennis agarrou Maura por trás.

— Olhe atrás de você, Maura — Disse puxando-a — Vê esse pedestal, Maura?

— Não ouse cortar sua garganta! — Korsak disse aproximando-se.

— Vê isso? É onde faço meu trabalho verdadeiro, você seria minha próxima criação, iria homenagear você, como minha mãe, você me deu a vida — Maura ofegou em desespero, Jane tentava buscar uma forma de atingi-lo sem atingir Maura, Dennis olhou para Jane — Deve se achar muito esperta, hein, detetive?

— Não, não, só tivemos sorte, você é mais espeto do que nós.

— Você está certíssima, nem mesmo um gênio como a doutora Isles pode me acompanhar.

— Por favor, por favor! — Maura pediu em desespero.

— Está implorando, hein? Fique implorando, Deus, eu gosto quando imploraram.

— Meu Deus — Maura disse chorando enquanto era puxada por Dennis para perto do elevador em reforma.

— Não, não, espere, espere! — Jane gritou guardando a arma e levantou as mãos — Ouça, ouça, ouça, estamos em suas mãos, certo? Estamos em suas mãos — Dennis olhou para baixo e voltou a olhar para a morena, olhou para Frost e para Korsak que tinham as armas abaixadas.

— Achou a mão de minha mãe, não foi?

— Sim — Sussurrou e afirmou.

— Entende por que eu tive que tirar as duas, certo?

— Para que não pudesse mais machucar você.

— Deixei minhas criações em todos os lugares que queria ir com minha mãe — Ele deu mais um passo para trás.

— Espere! Espere! Por que machucar Maura? Vamos.

— Porque suas mãos curativas me ressuscitaram! Por isso! — Frost posicionou a arma novamente junto a Korsak.

— Meu Deus! — Maura disse chorando em desespero.

— E agora talvez as mães finalmente escutem, tratem seus filhos direito, porque nunca sabe quem serão quando crescerem — Jane deu um passo a frente.

— Meu Deus!

— Não! — Dennis empurrou Maura para frente e se jogou.

Jane abraçou a loira sentindo seu corpo tremer, Jane a abraçou sussurrando em seu ouvido que tudo estava bem, Maura agarrou-se na morena soluçando, Korsak e Frost se aproximaram do elevador e olharam para baixo.

— Tudo bem, tudo bem — Jane disse indo olhar.

— Deus — Maura passou as mãos nos cabelos — Como não percebi?

— Não, vamos, ouça — Jane disse a olhando — Ele escapou de quatro jurisdições diferentes, certo? Inclusive de nós, certo? Você mesmo disse... Não são todos monstros reclusos, certo? Não poderia ter sabido — A abraçou — Não poderia ter sabido — Maura a abraçou.

— Deus... Eu deveria ter sabido — Disse voltando a chorar, Jane a abraçou mais.

— Vamos pra casa, okay? — Jane disse a olhando nos olhos — Vamos pra casa, eu não vou sair de perto de você, até que você se sinta bem — Sussurrou — Okay? — Maura afirmou e os quatro saíram do apartamento.

[...]

Angela olhou para Maura que estava deitada no sofá.

— Não disse uma palavra há mais de uma hora, Maura.

— Estou só tentando processar o pior dia da minha vida — Jane saiu da cozinha aproximando-se das duas.

— Pare de se torturar, Maura, todos nós o conhecemos, nenhum de nós percebeu — Jane ofereceu um sanduíche a ela que negou, Jane colocou o prato na mesa de centro — Sabe, os melhores psiquiatras comportamentais do mundo dirão que assassinos seriais se safam porque parecem tão normais — Angela revirou os olhos.

— Por que você não poderiam ganhar a vida com outra coisa? — Jane começou a acariciar as pernas de Maura sem perceber enquanto olhava para a mãe.

— Pensei em ser bailarina.

— Sim pensou — Angela disse sorrindo enquanto tricotava — E era tão boa nos fouettés.

— E então queria ser goleira na liga — Maura começou a rir sendo acompanhada pela morena, escutaram a campainha e Jane se levantou indo até a porta.

— Deve ser minha linha.

— Meu Deus, mulher — Olhou para a mãe — Quanta linha precisa pra fazer um cobertor de bebê? Falando em bebês, acho que devo perguntar, menino ou menina? — Jane abriu a porta e olhou surpresa.

— É a linha? — Angela perguntou.

Jane voltou para a sala encarando o bebê em seus braços e olhou para as duas mulheres.

— É o bebê de Lydia — Maura sentou no sofá assustada — Ela o deixou na porta, olá bebê — Disse o acariciando na cabeça emocionada.

— Deixe-me vê-lo — Angela disse e levantou aproximando-se e o pegou — Eu vou colocá-lo para dormir — Jane afirmou e olhou para a mãe saindo da sala em seguida, Jane sorriu e se aproximou da loira, sentando-se aonde estava minutos antes.

— Acho que ela precisava disso — Maura disse olhando para o local aonde a mulher havia ido.

— Sim — Jane a olhou — Você está bem?

— Sim, só... Um pouco assustada ainda.

— Eu imagino.

— Jane, sei que não quer falar sobre o assunto, mas... — Maura a olhou nos olhos — Fico feliz que tenha acontecido.

— Acontecido? Eu tê-la beijado, que você quer dizer?

— Sim — Sussurrou — Eu... Eu não pensei que queria até você me beijar... — Jane olhou para os lábios da mulher a sua frente, Maura passou a língua nos lábios — E eu...

— Você... — Perguntou em um sussurro olhando-a nos olhos outra vez.

— Quero que faça outra vez.

— Você apenas está assustada por tudo o que aconteceu.

— Não... Se você tivesse dito que esse beijo importou pra você, como ele importou pra mim, eu não teria aceitado sair com Dennis... Nunca — Sussurrou.

— Eu sinto muito, Maura, eu só não quero perder a minha melhor amiga.

— Podemos ser tudo o que quisermos ser, Jane.

— Até mesmo, amiga, amiga — Brincou lembrando-se de quando disseram para Giovanni que estavam juntas, Maura riu e depois suavizou o rosto afirmando.

— Sim — Sussurrou.

Jane a acariciou no rosto e a beijou lentamente, sendo correspondida no mesmo momento, Maura permitiu que a língua da morena adentrasse sua boca, percorrendo cada canto.

Era um beijo bem diferente do primeiro, havia muito mais do que proteção e carinho, Maura subiu no colo da detetive segurando-a no rosto e intensificando ainda mais o beijo, Jane a apertou na cintura.

Afastaram-se quando o ar lhes fez falta, Jane passou os beijos para o pescoço da loira, sentindo-a arrepiar e sorriu mordendo-a lentamente na pele alva.

Maura tombou a cabeça para o lado aproveitando o beijo e Jane a deitou no sofá ficando por cima, voltando a beijá-la, a legista a apertou na nuca, afastaram-se novamente quando o ar lhes faltou e se olharam nos olhos.

— Acho que temos um problema doutora Isles.

— Qual seria?

— Não conseguirei mais ficar longe de seus lábios.

— Fico feliz com isso, detetive — Sussurrou — Pois eu não quero que fique — Jane sorriu e voltou a beijá-la.

[...]

Maura entrou na cozinha vendo Jane apoiada no balcão com a feição cansada, a morena deslizou a xícara no balcão.

— Beba.

— Obrigada — Disse pegando a xícara e levando até a boca, assim que bebeu o líquido escuro o cuspiu e limpou o queixo — Instantâneo, você me serviu café instantâneo?

— Estou tão cansada que tem sorte que não lhe servi diabo verde.

— Deus — Disse limpando a boca — Aonde o bebê está? — Perguntou procurando.

— Tommy pegou o último turno.

— Então estamos sozinhas? — Jane a olhou e afastou-se do balcão.

— Sim — Disse sorrindo.

Maura deixou a xícara em cima do balcão e aproximou-se da morena beijando-a com desejo, Jane a ergueu colocando-a sentada no balcão, a loira lhe segurou no rosto intensificando o beijo, ao perderem o fôlego, Maura passou os lábios para o pescoço da morena.

— Eu preciso de você, Jane — Sussurrou.

— Quer subir? Ainda temos tempo.

— Sim — Sussurrou e desceu do balcão voltando a beijar a morena.

Escutaram o barulho da porta e se afastaram rapidamente, Jane pegou a xícara e levou até a boca para esconder que estava vermelha pelo beijo intenso, e Maura passou a mão nos cabelos, as duas olharam para Tommy que fechava a porta lentamente com a cadeirinha nas mãos.

— Por que as pessoas tem mais de um desses?

— Como o fez parar de chorar? — Jane perguntou, Tommy que colocou a cadeirinha em cima do balcão e começou a balançar os braços de um lado para o outro.

— Eu fiz isso duas horas, meus braços estão acabados — Jane segurou a risada enquanto se aproximava, Maura parou ao lado de Tommy.

— Estaria melhor se fosse alimentado.

— Não olhe pra mim.

— Recém-nascidos precisam de muito contato humano para se apegarem — Jane afirmou, estava com sono, não queria explicações bem elaboradas de Maura naquele momento — Tire-o do assento do carro.

— Não, estava quase dormindo.

— Tudo bem — Disse pegando o pequeno — Venha aqui — Disse sorrindo — Bom.

— Seu nome é Mário.

— Não pode chamá-lo de Mário! — Disse encarando o irmão.

— Por que não? É latim, significado viril.

— Sim, aí está — Disse e olhou para a loira — Ei, Maura, pronta para pegar uma amostra?

— Vocês dois querem ficar sozinhos? — Maura olhou para a morena sabendo que ela não estava confortável com aquilo.

— Vou saber se ele é o meu filho hoje, vamos — Tommy olhou para Maura — Espera, vai doer?

— Meu Deus, Tommy, é um cotonete gigante.

— Abra — Maura disse para o moreno, Tommy abriu a boca e depois de coletar a saliva do homem o guardou — Tudo bem... Agora é a vez do Mário — Jane a encarou, mas foi ignorada pela loira, que logo fez a coleta.

— Você não é um Mário — Disse dando a volta no balcão — Ele parece você, Tommy, deveríamos chamá-lo de T.J, Tommy Júnior — Maura olhou para a morena que estava atenta ao bebê, não conseguia parar de sorrir com aquele imagem.

—É estranho que ela é tão boa com bebês.

— Sim — Disse olhando para Jane e para o moreno — É um tanto surpreendente... Não foi maravilhoso como revezamos as mamadas a noite toda? Sabe, bebê elefantes são criados pelas parentes da fêmea no rebanho — Jane afirmou — As tias, irmãs, avós.

— Não repita isso, porque eu vou negar... Mas quisera que fossemos elefantes para ficar com ele.

— Talvez eu e Lydia, possamos dividi-lo — Maura e Jane o olharam.

— Não, ela o abandonou.

— Bem, tecnicamente, não abandonou, deixou com a família.

— Por isso não posso prendê-la.

— Talvez estivesse só com medo — O celular de Jane vibrou em cima do balcão, ela o pegou, Tommy a olhou surpresa e aproximou-se.

— Uau, uma mão! Posso experimentar?

— Não! — Jane franziu o cenho — Não faz sentido, morte suspeita no café da divisão um? Espero que a ma esteja bem — Jane discou um número e colocou o telefone na orelha — Está caindo direto no correio de voz — Maura, vamos, temos que ir.

— Mas estou de robe e você no pijama de sua mãe.

— É — Disse entregando o pequeno para Tommy — Então trocaremos no carro, vamos — As duas saíram da cozinha indo buscar as roupas e seguiram para o carro.

— Não acredito em uma coisa dessas — A legista reclamou enquanto a morena dirigia.

— Em que?

— Em não poder me arrumar de forma descente — Disse tirando o robe, Jane mordeu os lábios, enquanto a loira se trocava, Maura a olhou — O que foi?

— Se não precisássemos ir para o trabalho com tanta urgência, eu te levaria pra minha casa agora.

— Não me tente.

— Eu quem estou sendo tentada, por Deus, Maura, vista logo essa roupa, antes que acabe trocando a rota — Maura sorriu de canto e colocou a blusa fechando os botões — De botões? É sério isso?

— O que foi detetiva? Simples botões te assustam?

— Maura não provoque — Disse desviando o olhar.

— Eu não disse nada demais, mas você parece não me querer.

— Não é que eu não quero, Maura, mas... Vamos com calma, okay?

— Você não parecia querer ir com calma mais cedo.

— Maura! — Maura ergueu as mãos em rendimento e Jane respirou fundo focando no caminho.

[...]

Maura olhou para Jane que no momento parecia mais tranquila em relação ao ajudante do necrotério e sorriu assinando na prancheta.

— Então Alex, por que não nos conta sobre nossa vítima? — Jane perguntou olhando para a mulher na mesa de autópsia, o homem olhou na mesma direção.

— Lucy Cox, 32. Encontrada morta no seu apartamento em Dorchester, sem sinais de traumas visíveis.

— Muco sangrento — Maura disse analisando a vítima — Terei que fazer um teste de coloração da saliva — Jane a observava em silêncio assim como Alex, Maura levantou pegando o aparelho de raio-x e olhou para Alex — Os paramédicos anotaram quanto tempo ela ficou doente?

— Uma semana? O vizinho disse que ela ficou com uma tosse brava.

— Derrame plueral significativo — Maura pegou a mão da vítima — Estrias hemorrágicas — Maura olhou para o corpo da mulher — Oh não! — Maura os olhou — Vou dizer a vocês algo muito assustador, mas não quero ninguém em pânico, certo? — Jane a olhou confusa, seguindo-a com o olhar.

— Maura, o que é?

— Prendam a respiração e vão rápido para o laboratório — Disse caminhando de costas sem parar de olha-los — Temos um código vermelho — Maura apertou o botão do alarme — Vão agora! — Os três correram para o laboratório.

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Nota da Autora

author Eu não me responsabilizo por nada do que você vai ler aqui



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